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Breve XII

IMG_0079Desde que se inyectan sustancias químicas a las nubes para que nieve o llueva a placer, los soñadores andan desconcertados. Las ovejas parecen ratas, los bailarines, verdugos, y las flores, espadas

 

 
 

 

One Comment

  1. (…)
    O “elemento terra”, no artista, flutua sobre camadas espessas de influências, maleáveis e pessoais, a ponto de sofrer do mal itinerante (necessário) que os povos nômades sofreram no desesperador esforço de acumularem sofisticação durante seu percurso.
    Criar inimigos sempre foi e sempre será a tática de todos aqueles que não conseguem mais se olhar no espelho ou tolerar a entrada de imagens estranhas àquelas que se admiram. E a cara do inimigo geralmente compreende todos os traços que a sua não tem. Tudo aquilo que a moldura do espelho contém pode ser chamado de “estrangeiro”. Alguns se penteiam para o estrangeiro e se embelezam para ele. Outros jogam pedras no “estrangeiro” e o estilhaçam, confirmando mais uma superstição.
    Toda a arte produzida em grandes centros é descaracterizada de nacionalidade. Ela é urbana simplesmente. Essa urbanidade compreende a falta de identidade, a confusão étnica e mística que as vias de concreto propõem…
    A produção artística dos centros urbanos é a natureza mais que morta, decrépita, mas, paradoxalmente, essa decrepitude contém todos os aspectos do homem moderno, suas várias nacionalidades – tudo justaposto, aglomerado, anárquico e fora de ordem, neste disfarce democrático fica até difícil distinguir o sexo da obra, quanto mais a sua origem étnica.
    (…)
    Nada Prova Nada – Gerald Thomas – pág 50

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